29 de março de 2007

O homem do Leme...

Hoje acordei com este tema na cabeça. Gosto da letra. A musica condiz com as palavras.

Tão ah moda de Navalis, esta lembra-me a minha ultima experiência profissional. Chama ah memoria as conversas e gargalhadas na hora do café; as experiências que não me pertencem mas, que a troco do exercícios de proficiência de língua inglesa, foram relatadas na sala de aula - e que tanta riqueza a estas trouxeram; pessoas com quem me cruzei e com quem me voltaria a cruzar; unidades por onde não cheguei a passar...e tantas outras pequenas lembranças que fizeram a viagem de autocarro ate ah Universidade parecer bem mais curta.

Por cá, contínuo na minha "luta". Com alguns progressos, em busca de mais. Com a linha do horizonte no olhar sigo com uma grande vontade de rir, que nasce do fundo do ser. Ha também uma grande vontade de ir, correr o mundo e partir ... viver e aprender!



27 de março de 2007

...ao serviço da educação...

...A tecnologia (afectiva e inclusiva) no seu melhor! E ver e ler para crer.

O caso Português.

O caso americano.

26 de março de 2007

It hurt!

Pois eh meus amigos, esta semana não começou da melhor forma. Não se pode dizer que tenha começado em tragédia, mas também não foi com um sorriso pepsodent nos lábios que saí de casa para dar inicio a mais uma semana de trabalho.

Ahs 0630 da matina toca o mal-fadado do despertador. Xica! Sei bem que este não faz mais do que a sua obrigação. Foi para isso que o comprei - para anunciar a alvorada , mas também não eh menos verdade que detesto acordar ao som daquele toque irritante que me anuncia o fim do descanso. Para não cair em tentação de ficar mais uns minutinhos e me deixar dormir... fui cair escada abaixo (passo a redundância).
Eu explico: levantei-me num pulo, deixando a preguiça entre os lençóis e o endredon quentinho. Com um olho mal aberto e o outro ainda por abrir la fui lavar a cara para ver se acordava. Seguiu-se a rotina do costume e já mais desperta - achava eu!! - disse para mim mesma – ainda não foi desta que me deixei dormir. O que nunca pensei eh que me deixasse cair pela escada, chegando ao rés-do-chão depois de experimentar cada degrau da inclinadissima com o traseiro. Valeu-me a alcatifa ...ainda amortizou a queda. O pior eh que não havia mais ninguém acordado naquela casa, a quem me pudesse queixar. ;-( Eis aqui a razão deste post.

A partir dai o dia tem sido um caos deplorável!
Prevê-se, portanto, uma semana com alguns tombos. Só espero que não sejam muitos.
Eh que me parece que não há hirudoid lah por casa... apesar das quedas constantes da E.

Ah! Sim! Porque eu nao sou a mais desastrada da casa...ou assim quero acreditar! :)

25 de março de 2007

E a propósito do filme Chocolat ...

Aqui fica uma amostra. Já não me recordava da música. Gostei de (re)ver e ouvir!

24 de março de 2007

Isto não é bem uma critica...é mais uma observação...

Enquanto espero pela minha de chegar ah caixa, chama-me ah atenção este titulo: Recebi uma banda gástrica no meu 15. aniversario. Eh este uns dos títulos principais de mais uma revista cor-de-rosa que esta semana chega ahs bancas. Chama-me ah atenção as letras gordas que anunciam tal noticia mais grave do que banal, como geralmente me tinha habituado nas ultimas semanas em que passo os olhos por tais publicações, enquanto placidamente aguardo a minha vez para cumprir a rotina do sábado de manha – chegar ao supermercado antes que o stock esgote e fazer as compras da semana.

Desfolho a revista ate encontrar o texto que procuro. Descubro uma adolescente. Uma rapariga de quinze que aparenta ter, pelo menos, 25 anos mal conservados. Nao se trata de uma pessoa famosa. Também não tem os problemas supérfluos de outras, que já não sabendo como chocar o povo, se reinventam diariamente na sua futilidade - Um mundo quase surreal, onde se festeja em vez de se trabalhar, onde se gasta no cabeleiro dois ordenados mínimos ou simplesmente se exibe a ossada como símbolo de beleza.
Esta eh uma pessoa com outro tipo de problemas. Nao se preocupa com os sapatos de 500 Usdlr, nem com a festa de amanha. Vive no mundo mais acessível para a maioria e por isso mais real. Principalmente aqui por estas bandas. Depois de há coisa de semanas ter sido noticiado o caso de um rapazito de 8 anos com quase 100 quilos, que estupidificou o país, esta noticia nem devia causar assim tanta admiração. A verdade, no entanto, é que continua a chocar(-me). Era este o grau de desenvolvimento que queríamos alcançar no século recem-iniciado? Ficarah a obesidade levada ao extremo registada como um dos símbolos principais da nossa era? Eh isto sinal de desenvolvimento e sucesso?
Nao propriamente, mas eh aos avanços da ciência que recorremos. E eh assim que esta entra em acção para salvar a situação. Oferece-se uma banda gástrica a uma miúda que tem problemas de manter o peso ideal ou levar uma vida minimamente saudável ... e o caso resolve-se. Ou assim se espera! E como a coisa eh anunciada, não tarda que tal presente passe a fazer parte das listas de natal e/ou de muitos aniversariantes .

Mas eh esta a solucao? Agora vamos por ai andar a oferecer bandas gástricas ahs pessoas, como se tivéssemos a oferecer um certificado para levantar um livro na fnac?

E o desporto? E as brincadeiras de rua depois das aulas? A bicicleta que só parava quando a noite substituía o dia? E uma alimentação mais saudável? E os pais onde estão para dar o exemplo?
...

Mas se pensarmos bem, hoje eh tão mais fácil chegar a este ponto. Levar uma vida saudável eh tão mais difícil, chato e por vezes impopular.
Nas minhas viagens diárias de autocarro, encontro-me regularmente com duas miudinhas de uniforme a caminho da escola. Eh raro o dia em que não vêm trincando, entre gargalhadas características da idade, um pacote de fritos, que, pela hora madrugadora, adivinho que seja parte do pequeno-almoço!

Ainda hoje, no supermercado, constatava que um quilo de ameixas (em promoção) estavam ao mesmo preço de uma tablete de 250g de Cadburry. Ora, para alem de ser muito mais fácil de carregar a mochila com a tablete, a fruta não é assim tão apetitosa em comparação com o chocolate e, diga-se de passagem, não eh nada, nada cool!

Bem e por hoje chega. Vou andando que lah em baixo esperam-me para (re)ver o chocolat! :)

15 de março de 2007

Quem disse que era facil?

Ninguém!
E quem pensou que o primeiro mês era o mais complicado enganou-se. Eh aquele que passa mais depressa e onde a novidade e o nervosismo tomam contam do resto, sem que nos apercebamos tanto da distancia.
O segundo mês eh o que realmente custa. A saudade vai chegando...e apertando. Não pede licença para entrar. Simplesmente se hospeda na casa dos sentimentos e desencadeia emoções que comodamente se escondem no nosso ser.

Hoje há novamente uma photostory. Recortes de um retalho de vida que hoje, mais do que nunca, preciso de evocar. Sim, tenho saudades. Muitas. Sim, quero continuar o caminho que comecei. Não tenho duvidas. Apenas uma nostalgia me invade e sacode da memoria sorrisos passados.

São apenas saudades.


13 de março de 2007

Se eu soubesse…

Nos dias que correm ter televisão é uma banalidade. Subscrever a televisão por cabo quase uma obrigação, por pena de não nos catalogarem de atrasados, gananciosos – afinal são só mais 20 euros ao final do mês - ou simplesmente por acreditarmos que assim as opções de escolha são muito maiores e não haverá interlúdios para aborrecimento, caso queiramos fazer da televisão a nossa companhia.

Mas será que e mesmo assim?

Lembro-me de na infância – já la vão uns bons anos a esta parte – de desejar, mais do que tudo, ver as minhas hipóteses de escolha televisiva alargadas. Dois canais não me deixavam muitas alternativas para uma escolha critica dos programas que passavam na caixa magica. As criancinhas de hoje nunca saberão o que é viver com dois canais apenas e ter de aprender a ver as horas correctamente para não perder a única hora de desenhos animados que passava de segunda a sexta, ahs 6 da tarde em ponto na RTP1. (Gostava tanto do pequeno panda. Passava ahs segundas! )

Lembro-me de sacrificar o sono das manhas do fim de semana para ver a versão non-stop de desenhos animados que passava ao sábado até ahs 1200 e que aos domingos se prolongava só até ahs 1100, por causa da missa, se a memoria não me falha. Era o meu pequeno pony, o He-man, o datarcão, a chamada dos gnomos e muitos outros que me faziam estar parte do fim de semana colada ao ecrã. Mais tarde veio a paranóia das series e dos filmes. Ja tínhamos três, e depois 4, canais mas mesmo assim não me chegavam! Precisava de ter garantida uma boa programação televisiva 24h.

Como desejava ter televisão com muitos canais tal como a S., que deixava a civilização dos EUA e descia ah terriola dos pais para passar um verão quase primitivo, onde as tribos ainda se governavam com 2, mais tarde 3 e depois quatro canais mal ajeitados. Todos os veroes relatava como era divertido fazer Zapping – nesta altura ainda só nos referíamos a este desporto como o facto de poder andar a pular de canal em canal ah procura do programa perfeito - e como era porreiro ter um canal só de desenhos animados e outro só de musica. Dava para ficar boquiaberta!

Sinais do cabo simplesmente não havia. E se ainda demorou a chegar, mais tardou a adquirir a bendita da licença, que era cara que se fartava e não se justificava assim tanto, dizia a mãe.

Mas por vias das duvidas, e também para tirar as teimas, lah aderi a tão desejada televisão por cabo, com 40 canais só para mim – 24 horas de puro divertimento. A verdade é que na altura já nem pensava na TV por cabo, mas sim numa Internet mais rápida, e como para adquirir uma tinha de ter a outra, lah me rendi as estratégias de marketing que nos obrigam a esvaziar a carteira, enquanto o vendedor nos faz crer que a companhia nos estah a fazer um grande favor ao impingir dois serviços em vez de um.

Passei de 4 para 40 canais, mas o problema agora é que se consigo ver quatro programas que me interesse num mês inteiro já é uma grande vitoria.

Chego ah Inglaterra e o numero de canais é o mesmo ou ainda superior. Seria de esperar que a qualidade aumentasse, não?! Mas como estamos numa de normalizar as coisas constato que a qualidade aqui, ai, e pelo visto, pelo resto da Europa dos 27 eh a mesma coisa.

Eh caso para dizer que é muita parra e pouca uva, meus amigos!!

E se eu soubesse... em vez de televisão por cabo tinha mas era desejado que o cinema não aumentasse, houvesse mais incentivo ahs produções alternativas e que as pipocas fossem de graça!! Isso é que era!

4 de março de 2007

Febre de Sabado ah Noite... :)

Esta foi uma semana motivada por papeis a escrever e reuniões ah mistura. Corre-se de um lado para o outro e a actividade não para. Há prazos e deveres a cumprir, que quase asfixiam o tempo livre. De segunda a sexta espera-se dedicação, mas findo o dia, conta-se ainda com salpicos de lazer, gastos entre leituras e convívios, que passaram pelo tempo numa correria tamanha, que só o relógio dah por eles. Só não houve foi disposição para registar o que a memoria irah esquecer, relativamente a esta experiência. Na confusão da semana, a inspiração não chegou para juntar palavras e frases que relatassem, de modo convincente, a ultima parte de Fevereiro. Mas eis, que, esperadamente, o fim de semana interrompe, de forma agradável, a rotina dos últimos cinco dias.

Sem grandes ambições para este interlúdio, o plano e mesmo não ter planos e deixar que o fim de semana aconteça de forma amena e sem pressas. Estendem-se as horas de sono e as de leitura, fazem-se as lides domesticas com aquela cara de tem-de-ser e cede-se ao convite do sofá e da televisão, apenas durante o tempo suficiente que me permite, comparativamente, certificar que a programação aqui, em Portugal, e, provavelmente, na China, andam em sintonia em termos de qualidade.

Volto para o quarto. Ligo o computador. Hoje não há muita gente online. :(

Estico-me sobre a cama, olhando o tecto, ao mesmo tempo que a RFM começa a tocar. Embalada pela musica, vou revendo acontecimentos de ontem. Tenho saudades das farras de sábado ah noite. Das jantaradas sempre regadas a sangria. Dos risos e das gargalhadas, por ou sem razoes aparentes; simplesmente porque sim!

E é então, que em cenário diferente, penso alargar a tradição da sangria e da boa disposição a este pais.... OK, ao 129 pelo menos!! E assim, não tanto por magia, mas mais por uma ida ao supermercado, eis que há sangria e Pasta para mais uma noite de sábado.

Há também filme, que traz boas memorias e gargalhadas renovadas, não fosse o palco destas tão diferente do anterior. Os besos sonoros voltaram a causar boa disposição e são alvo de novas piadas.

Enquanto a segunda não chega, ainda há tempo para repor energias.

Tenham uma boa semana.